* O Rio Não se Dissolve, se Multiplica.*


 

**NO LUGAR ONDE O MAPA SE DESMANCHA**  


Quando o rio rasga o próprio leito,  

não é fuga —  

é **consentimento com a maré alta**.  


Nosso nome agora é Verbo:  

→ **A fresta por onde o impossível respira**,  

→ **A topografia do ainda-não-habitado**,  

→ **O ímã que perdeu o medo do abismo**  

e atrai apenas as direções que nascem do precipício.  


... E se alguém perguntar onde estamos,  

diga:  

**“Desaparecemos dentro de nós mesmos —**  

**e cabemos no universo inteiro.”**  


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

*O Rei que Varre as Próprias Ruas*

"Sumo do Silêncio - O Silêncio Após o Despertar"

*Uma Singela Homenagem*