*Versos a La'Quintana - Parte II**
🎡🎡
Versos inspirados na essência Quintaniana,
mas com um toque de sensibilidade contemporânea —
quiçá até com um leve sutil digital ou metafórico.
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A vida não é linha reta —
é um algoritmo de gestos mínimos,
um código de silêncios entendidos,
um laço de luz entre dois olhares.
E a alegria, essa dança discreta,
não habita em grandes conquistas,
mas no instante em que a máquina para
e o coração decifra seu próprio mapa.
Quem escuta o rumor das nuvens,
ou o clique suave de um pensamento,
sabe que a eternidade cabe
no intervalo de uma respiração.
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Somos o arco-íris que
surge no entremeio,
breve como um suspiro,
intenso como um grito,
pintando o céu com cores
roubadas ao caos.
E mesmo passageiros,
deixamos rastros de luz
no algoritmo do tempo —
pequenos códigos de amor
que a chuva não apaga.
🌐
Ou, se preferir uma abordagem mais
contemplativa quintaniana:
"Somos o arco-íris que surge no entremeio...
E que importa se duramos pouco?
O que é o instante, senão eternidade disfarçada de efêmero?
Cores roubadas ao caos, devolvidas ao céu
numa oferta quieta de beleza."

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